Está à procura de casa? Conheça as dinâmicas da oferta e procura no primeiro semestre

No seu estudo de mercado relativo ao segundo trimestre, o organismo realça que se denota “por parte da banca um aumento de abertura e tentativa de captar novamente as famílias para o crédito à habitação”. Contudo, a APEMIP destaca as limitações orçamentais dos agregados como a principal barreira.

A maioria da procura, no que diz respeito ao arrendamento, dá-se em valores inferiores a 300 euros. Muito próxima (com 38%) encontra-se a procura por imóveis entre os 300 e os 500 euros.

Os valores contrapõem-se aos disponibilizados pela oferta. Segundo a APEMIP, apenas 13,5% dos imóveis registam valores inferiores a 300 euros. A maioria da oferta para arrendamento localiza-se entre os 300 e os 500 euros.

Apesar do impacto do mercado de arrendamento, “a aquisição é ainda uma realidade recorrente” em Portugal, correspondendo a 59,4% das pesquisas. Os T2 e T3 são as tipologias em destaque.

Grande parte (31,6%) procura imóveis para compra entre os 75 e os 125 mil euros. A habitação abaixo dos 75 mil euros ocupa a preferência de 23,9%. Entre os 125 e os 175 mil euros estão 20,6% dos interessados.

Neste mercado, a oferta volta a estar desfasada da procura no que diz respeito a preços. A maioria das propostas disponíveis estava definida entre os 175 e os 250 mil euros.

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