Senna era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e de uma determinação espantosa.
Parte importante dos meus domingos de meninice foram passados em frente à televisão, seguindo um pequeno ponto amarelo, em forma de capacete, cruzando a alta velocidade o fervilhante alcatrão das pistas de Fórmula 1.
Esse icónico capacete pertencia a Ayrton Senna, considerado por muitos o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, que numa era recheada de grandes talentos do automobilismo se destacava largamente dos demais.
Havia algo de muito especial neste piloto. A somar a todas as suas características atléticas e de personalidade, Senna tinha, como nenhum outro seu contemporâneo, um conhecimento ímpar do automóvel, enquanto máquina.
Do mais pequeno parafuso às complexas ajudas eletrónicas, todos os detalhes da estrutura do automóvel têm influência no seu comportamento em pista, e Senna não deixava escapar nenhum, sempre na busca daquele milésimo de segundo adicional, que o ajudavam a tornar-se o mais rápido em pista.
Ele conhecia o comportamento da sua “máquina”, o carro, melhor do que ninguém – inclusivamente de muitos mecânicos e engenheiros das suas equipas – e isso foi um fator fundamental para se ter tornado o melhor de todos os tempos.
Apesar de não ser uma pessoa dada a idolatrias, trago comigo permanentemente uma miniatura do capacete amarelo de Ayrton Senna. É uma peça que estimo e tem um grande significado para mim.
Porquê?
Porque me recorda que também eu, se quero evoluir constantemente como profissional, tenho que conhecer cada vez melhor a “máquina” com a qual trabalho todos os dias.
Muitos assumirão que me estou a referir ao telemóvel, computador ou a qualquer software como um CRM ou um editor de imagem, já que toda a minha vida profissional foi dedicada à parte comercial, ao marketing e comunicação.
A realidade é que a “máquina” com que verdadeiramente trabalho todos os dias é o cérebro humano.
As pessoas e a arte de comunicar com as mesmas são simultaneamente uma paixão e o meu foco profissional.
O conhecimento da complexa arquitetura e forma de funcionamento desta fabulosa “máquina” que gere todo o nosso processo de tomada de decisão, transformou por completo a forma como abordo hoje o mundo dos negócios, em particular no marketing e nas vendas.
Saber como funciona o cérebro humano e as técnicas de com ele comunicar de forma eficaz é fundamental para se atingir patamares extraordinários na função comercial.
Essa é a razão porque a Zome fez um investimento tão forte para aportar a toda a sua estrutura humana conhecimento neurocientífico que possam aplicar de forma prática no seu dia-a-dia.
A neurociência aplicada à estratégia, formação, comunicação e tecnologia da Zome tem o condão de potenciar o talento dos nossos consultores tornando-os cada vez melhores profissionais e que se distingam no sector pelos níveis excecionais de serviço ao cliente que apresentam.
Através da neurociência aplicada elevamos a performance dos nossos consultores e garantimos que os nossos clientes se sentem felizes por ser melhor acompanhados, em processos de compra e venda cada vez mais simplificados, para que no final reconheçam que foi em nós que encontraram os Ayrton Sennas do imobiliário.
Autor:
Pedro Vieira
Marketing Director na Zome
Artigo reproduzido de Zome Notes