Contrato de Exclusividade? Saiba mais…

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O contrato de exclusividade proposto por algumas imobiliárias, entre as quais a empresa onde trabalho, a Keller Williams, é normalmente um dos requisitos que mais faz balançar o proprietário na hora de decidir qual a melhor estratégia para vender a sua casa. Contudo, o que parece ser uma desvantagem à primeira vista, não o é, e a prova disso acaba por vir ao de cima com o passar do tempo.

Aqui ficam algumas razões para não recear a assinatura de um contrato de exclusividade para a venda de uma casa:

O EMPENHO – O proprietário ganha uma dedicação maior por parte do consultor que trabalha em modo de exclusividade, contrariando a ideia errada de que: se existirem “n” consultores concorrentes a trabalhar em paralelo no mesmo imóvel, o trabalho é multiplicado por “n”. O que a experiência acaba por demonstrar é que, depois de um pico inicial de atividade logo após a celebração do “contrato aberto” (imóvel à venda por diversas mediadoras), esta vai decrescendo e o imóvel tende a perder interesse por parte dos consultores, os quais preferem focar-se nos imóveis que vendem em exclusividade, em detrimento dos que são vendidos em “contrato aberto”.

OS RISCOS – A venda de uma casa, ao contrário do que pode parecer à primeira vista, não é uma mera transação idêntica à de tantos outros produtos comerciais. Existem demasiadas “armadilhas” jurídicas, fiscais e financeiras que podem conduzir o proprietário a situações bastante complicadas.

Ora, o papel de um consultor imobiliário experiente e devidamente assessorado por uma equipa profissional, é aconselhar a cada momento o seu cliente e evitar que tal aconteça.
O TEMPO – Esta é uma variável que deve contribuir para a qualidade da venda e não para uma venda a qualquer preço. Você confiaria num cirurgião cerebral só porque ele promete efetuar a operação de forma mais rápida? Ou num mecânico de oficina? Ou num construtor de uma casa? Não? Pois claro! Tem receio do que possa suceder no final, certo? Com a venda de uma casa não é diferente. Arriscar a sua casa numa competição desenfreada que pode acabar por desvalorizar o seu imóvel e aumentar a sua frustração, não parece assim tão boa ideia, pois não? Tudo isso para evitar um contrato de exclusividade, cujo período de tempo regra geral é de apenas 6 meses!
O FOCO – Para o consultor, a exclusividade significa que este tem tempo para desenvolver um trabalho profissional. O seu foco deixa de estar centrado na competição com os restantes vendedores da sua casa e passa a incidir na procura do melhor cliente. Ou seja, aquele comprador que está disposto a valorizar o seu imóvel pelo preço mais elevado e a concretizar a compra no período de tempo mais curto. O consultor, em vez de lutar contra o tempo, passa a lutar pela valorização do seu imóvel, porque ambas as partes têm a ganhar com isso.
O MARKETING – Quando o mediador lhe oferece a “não exclusividade” como uma vantagem e simultaneamente lhe promete usar um marketing poderoso ao serviço da comercialização do seu imóvel, ele não está a ser verdadeiro. O Marketing nos dias que correm tem custos elevados, quer se trate de marketing tradicional ou de marketing digital. Investir nas redes sociais, em equipas de profissionais (fotógrafos, produtores de audiovisual, marketeers e designers, tradutores, etc.), nos múltiplos sites de anúncios nacionais e internacionais, etc. tem custos, muitos custos. A exclusividade é o preço a pagar por chegar em primeiro lugar junto do cliente final e conseguir o melhor cliente para a sua casa.
A CONFIDENCIALIDADE – Nem sempre este argumento é suficientemente ponderado pelos proprietários que pretendem preservar a sua confidencialidade durante o processo de venda da casa. É fácil de perceber que, se esse é um fator importante para si, ao optar pela não exclusividade está a trilhar o caminho oposto ao pretendido. Um consultor experiente que trabalhe em regime de exclusividade na venda da sua casa, terá o tempo e o estímulo adicional para explorar a sua rede própria de contactos e conseguir um comprador, mesmo sem recorrer à publicidade desregrada que a competição entre vários mediadores lhe traria por certo.
A DESVALORIZAÇÃO – Um imóvel para venda, ainda “virgem” no mercado, provoca interesse e curiosidade, isto porque ainda poucos o conhecem, conseguindo manter intacta a sua “aura de valorização”.
Um imóvel promovido por várias mediadoras, cada uma usando descritivos e reportagens fotográficas distintas, às vezes com o preço desatualizado, até nas mesmas plataformas (em que o imóvel é listado “n” vezes) concorre rapidamente para criar a imagem de um imóvel “em quem ninguém pega e que provavelmente terá algum problema”.
Resumindo: Não há razão para recear um contrato de exclusividade.
Seis meses não são uma eternidade, mas sim uma oportunidade para, com a ajuda de um profissional com provas já dadas, poder melhorar as chances de vender bem uma casa.
Estes são apenas alguns dos argumentos que confirmam o velho ditado: “depressa e bem não há quem!”.
Fonte: Ana Mação KW Pr1me

 

ENTREVISTA REVISTA EXAME: INCUBADORA DE NEGÓCIOS

Revista Exame - Agosto 2017 - KW Business - KW Pr1me

Integrados no universo Keller Williams (KW) há três anos, os grupos Business e Pr1me assumem-se como “incubadoras de negócios”. Uma empresa de consultores imobiliários que apoia o negócio dos seus consultores.

Qual posicionamento da KW Business e da KW Pr1me?

Patrícia Santos: O Grupo Business e o Grupo Pr1me operam no mercado imobiliário há 11 e 16 anos, respetivamente. Em 2015, os dois grupos decidem realinhar o seu posicionamento sob a marca KW, o trabalho continua alicerçado na angariação, compra e venda de imóveis. No entanto, internamente, a filosofia da empresa é completamente diferente do que existe no nosso mercado. A KW é uma empresa focada no consultor imobiliário e, portanto, aqui a marca não é a KW, mas sim o consultor e tudo está centrado no crescimento do consultor e do seu negócio.

Patricia-Santos_Grupo-BusinessComo caracteriza o core business do grupo? Qual a vossa vocação empresarial?

P.S. – A nossa vocação é a incubação de negócios. Somos uma empresa de consultoria e formação que opera no mercado imobiliário. Proporcionamos modelos, ferramentas e formação para que os consultores possam desenvolver o seu negócio, dotá-los de competências de liderança para que possam criar equipas imobiliárias e terem um crescimento considerável. E esta é uma grande diferença face à concorrência.

João Morgado: Apostamos no crescimento dos nossos consultores promovendo a criação de um negócio, através do acompanhamento consistente, formação, seguindo os modelos e sistemas da KW. Sendo esta empresa de consultores para consultores, acreditamos que só com o desenvolvimento dos mesmos conseguiremos alcançar os resultados pretendidos.

 

Como caracteriza o core business do grupo? Qual a vossa vocação empresarial?

P.S. – O Grupo Business opera no Norte do país com incidência em Braga, Porto, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, tendo operações mais pontuais noutros concelhos do Norte Litoral.

J.M. – Na Pr1me, atuamos, essencialmente, nos concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra e Lisboa. Apesar de contarmos com consultores que trabalham fora destes concelhos. Mas a grande fatia de negócio advém destas áreas.

Residencial ou empresarial? Qual dos setores é estratégico na vossa carteira de clientes?

P.S. – Procuramos que os nossos consultores sejam capazes de ajudar quer na venda de um imóvel habitacional ou de negócio quer na procura de soluções ajustadas de compra, seja para habitação, negócio ou investimento. Apresar disso, pelo facto de a procura do mercado ser significativamente superior, estamos mais focados no mercado residencial. No entanto, estamos preparados para apresentar propostas de valor diferenciadoras para o mercado empresarial.

J.M. – Nestes últimos anos o distrito de Lisboa tem apresentado enorme dinamismo, tanto a nível residencial como empresarial, fruto também da aposta internacional em ambos os sectores. O mercado tem absorvido vários tipos de produtos empresariais. Contudo, a nossa estratégia passa por um foco maior no residencial. Mas procurando dar resposta às necessidades do mercado, sempre que surge a necessidade de transaccionar um imóvel empresarial, as equipas estão plenamente preparadas para isso.

O aumento do turismo teve impacto na vossa lista de clientes?Morgado-pr1me

P.S. – A norte sim, não tão significativo como desejávamos, mas sim. O Porto, por exemplo, está na moda e atrai investidores estrangeiros, e também nacionais, que estão a vender imóveis de férias noutros locais para comprar no Porto e no Norte.

J.M. – Efetivamente, o turismo, a par com alguns programas lançados pelo Governo, traz clientes estrangeiros, de várias partes do Globo, o que contribui significativamente para o aumento das vendas imobiliárias. Lisboa está na moda e é financeiramente atrativa, pois o valor por metro quadrado é muito inferior ao de outras capitais europeias. Acredito que este entusiasmo estrangeiro no investimento imobiliário também já começou a ter impacto no Porto e que, certamente muito em breve, constituirá um desafio positivo para os mercados de Cascais e Braga, entre outros.

Atualmente, como está organizada a vossa rede de Franchising?

P.S. – A rede nacional conta com mais de 1300 consultores. Nas nossas empresas em concreto, contamos com cerca de 600 consultores, 360 a norte e 240 na grande Lisboa. Entre os dois grupos, temos sete das 19 lojas da rede.

Até ao final do ano, quais as metas a que se propõem?

P.S. – Pretendemos continuar a crescer, prestando um serviço de qualidade ao cliente que nos procura e ao consultor que confia em nós para ajudar a desenvolver o seu negócio. Estimamos crescer cerca de 70% face ao ano anterior, em volume de negócios, e abrir o maior centro de negócios da Península Ibérica.

J.M. – Está a ser um ano extraordinário em todos os aspetos: recrutamento e volume de negócios. Acabámos de atingir o volume de faturação de 2016 e prevemos acabar o ano com um crescimento acumulado de 125%. Para alavancar os bons resultados do grupo Pr1me abrimos um novo market center na zona do Restelo. Um dos grandes objetivos, até ao fim do ano, é reforçar a estrutura de apoio aos nossos consultores, salientando o trabalho de coaching da nossa parte, de modo a terem todas as condições para desenvolverem o seu talento e atingirem mais rapidamente os seus objetivos.

Qual o saldo dos três anos de actividade no mercado Português?

P.S. – Dos 11 anos do mercado imobiliário, dos quais três sob a marca KW, só temos a dizer bem. Sentimos que conseguimos ajudar as famílias que nos procuram a realizar os seus sonhos e os consultores a desenvolverem o negócio. Sentimos que todos crescem de forma saudável e se desenvolvem pessoal e profissionalmente. E esse é o nosso maior foco.

J.M. – Em jeito de balanço de 16 anos de actividade, nestes três anos de mundo KW demos um salto de gigante. Estamos com a marca certa para o desenvolvimento do mercado imobiliário. Estamos com as pessoas certas, no lugar certo e também a ajudar a criar as ferramentas certas para esse desenvolvimento. Este saldo é também a sede de futuro que temos, com a criação do programa de gestão imobiliário, uma joit-venture entre os grupos Pr1me e Business, da KW Portugal, e um parceiro tecnológico e que constitui uma enorme vantagem estratégica e diferenciadora da concorrência.

Retirado de: Revista Exame – Edição 400 –  Agosto 2017.

Escola de líderes, alicerçada nos imóveis

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A Keller Williams é uma marca americana de imobiliária que se introduziu em Portugal há pouco mais de três anos. Mas mais do que uma imobiliária, a Keller Williams é uma escola de liderança que faz dos seus consultores os verdadeiros ativos da marca.

Em entrevista ao País Positivo, Patrícia Santos, responsável pela KW Business de Braga, Hélder Ferreira, responsável pela KW Business de Famalicão, Carlos Santos, Administrador da KW Business e Miguel Aguiar, Administrador e responsável pela loja KW Business do Porto, falam sobre este aliciante projeto e levantam o pano sobre os projetos para um futuro bem próximo.

Iniciámos a nossa conversa contextualizando a aposta na marca Keller Williams e facilmente percebemos que este grupo se tornou demasiado ambicioso para o mercado em que estavam inseridos: “Inicialmente, representávamos uma outra marca, mas os nossos resultados eram bem acima da média do que era o setor e, nesse sentido, fomos contactos pela marca Keller Williams. Depois de analisarmos a marca, a sua filosofia e cultura, percebemos que estavamos mais alinhados com a forma de estar da KW e, ai, decidimos mudar”, avança Patrícia Santos. No setor em que estavam inseridos, a marca que representavam era já líder de mercado e o sentimento era que a evolução, o atingir o patamar seguinte, já não seria possível porque era necessário que existisse algo ou alguém capaz de puxar e incentivar. E foi isso que fez toda a diferença na hora de mudar para a Keller Williams, em 2015: “Fruto dos modelos existentes, da plataforma, da formação e o desenvolvimento das pessoas foi, de facto, o empurrão que precisávamos para fazer crescer a empresa”, avança a interlocutora.

A marca e as diferenças

Para o cliente comum, as diferenças entre a KW Business e as restantes marcas existentes no mercado são pouco visíveis. Ou seja, o trabalho continua alicerçado na angariação, compra e venda de imóveis. No entanto, internamente, a filosofia da empresa é completamente diferente do que existe no nosso mercado. A KW é uma empresa focada no consultor imobiliário e, portanto, “aqui a marca não é a KW, mas sim o consultor e tudo está centrado no crescimento do consultor e do seu negócio. Acreditamos, verdadeiramente, que a mediação imobiliária é um negócio local impulsionado pelos consultores”, acrescenta Patrícia. Os clientes, é certo, confiam no consultor imobiliário e não tanto na marca que cada um deles representa. Esta forma de pensar leva a que este seja um negócio de pessoas para pessoas e, por isso mesmo, o caminho certo é apostar no desenvolvimento das pessoas. Como? “Dando-lhes modelos, ferramentas e formação para que possam desenvolver o seu negócio, dota-las de competências de liderança para que possam criar equipas imobiliárias e terem um crescimento considerável dentro do próprio grupo KW Business”. E esta é uma grande diferença face à concorrência. Senão vejamos, “todas as decisões são tomadas em consonância com os consultores. Aqui, não existe a ideia de que todas as decisões são tomadas pelo dono da empresa e todos os outros têm que acata-las. Temos um conselho de liderança de consultores – cada um dos market center KW tem o seu – e o facto de as decisões serem tomadas em conselho de liderança reflete-se a nível nacional. Ou seja, o próprio master não toma decisões sozinho, mas sim baseado naquilo que são os conselhos do concelho de liderança de agentes nacional, baseado naquilo que se decide em cada market center”.

Quer saber mais sobre a KW Business …

Outro aspeto diferenciador da marca é que os próprios consultores acabam por desenvolver a sua própria marca, dentro da marca KW e isso mostra que a marca acaba por ser uma espécie de incubadora de pequenas empresas, lideradas por consultores que vão criando a sua equipa imobiliária. Aqui, criam-se todas as condições para que o consultor cresça enquanto empresário. Vejamos, “aqui existem equipas imobiliárias de dez pessoas cada e isso significa que a KW Business tem, dentro do grupo, equipas de trabalho que são maiores do que algumas empresas imobiliárias existentes no mercado. Daí que os consultores comecem a desenvolver a sua própria marca, sempre, claro está, associada à marca KW Business, porque isso é uma forma de desenvolvimento do próprio negócio do consultor. Aqui, as pessoas deixam de pensar como vendedores e passam a pensar como empresários e toda “a formação que damos é nesse sentido. Damos ferramentas para que os consultores deixem de pensar apenas nos seus rendimentos, mas também na forma de gerir o seu negócio. É todo um pensamento empresarial que transmitimos e que se reflete em crescimento do próprio consultor e, consequentemente, da própria marca KW Business”, avança Patrícia Santos.

Quer saber se toda esta filosofia dá frutos? “O crescimento foi exponencial. Desde que nos tornamos na KW Business passamos de cem pessoas para 350”.

Miguel Aguiar refere que a KW Business não se preocupa em vender franchising e, se repararmos bem, existem poucos market center KW no país. No entanto, cada um destes market center possui mais de cem colaboradores e é este coabitar entre consultores que vai permitir a rapidez do negócio. “Ao entrar numa KW vai com certeza encontrar a casa que procura porque não existem três pessoas a angariar imóveis, existem cem. O nosso negócio baseia-se na concentração de talento e por isso os agentes das outras marcas têm vindo a ter connosco e nos ajudam a crescer porque veem em nós a mais-valia para elevar o seu negócio”. Miguel vai ainda mais longe, quebrando mesmo alguns tabus: “O que faz um vendedor numa imobiliária tradicional? Troca o tempo por dinheiro e chega ao fim de oito horas de trabalho e não consegue fazer mais. A grande diferença nesta empresa é que existe uma componente de desenvolvimento pessoal e de formação que faz com o consultor não seja apenas um, mas consiga criar uma equipa que o apoie e lhe permita ter tempo para ele. Isso faz com que as pessoas construam carreiras e não troquem apenas o seu tempo por dinheiro. Se pensarmos bem, um consultor imobiliário não pode tirar férias ou ficar doente, caso contrário não ganha dinheiro. Connosco, para terem vidas que valham a pena têm esta formação que lhes permite chegar a este nível de produção e ainda ter tempo para eles próprios e para a família porque vão ser ensinados a contratar e a gerir pessoas que os podem ajudar nas outras tarefas, tendo tempo para gerir o seu negócio e para a sua vida pessoal. É aqui que a KW faz a diferença e é este tipo de pessoas que quer crescer que nós procuramos”.

 

Análise do mercado imobiliário by Keller Williams Business

Quem começa esta análise é mercado imobiliário é Miguel Aguiar: “Neste momento, o mercado imobiliário passou para um mercado de compradores. Fala-se muito de bolha imobiliária, mas penso que ainda estamos a passos largos desse fenómeno. Os preços ainda não são os que eram antes da crise e isso faz com que ainda exista bons negócios e estejamos longe da bolha imobiliária. No entanto, existem zonas nos grandes centros urbanos cujos preços estão já bastante inflacionados, mas isso é fruto, também, do momento que se vive”.

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Vejamos o caso concreto do Porto. Foi criada uma dinâmica em torno do turismo que permitiu que os investidores procurassem o Porto. “Há cinco anos atrás, os motivos para visitar o Porto não eram muitos. Hoje, fruto de todo o trabalho de promoção e do investimento no turismo, fazem com que o Porto tenha sido fixado no mapa do turismo mundial. Todas as semanas o porto é falado e isso atrai turistas, mas também investimento para a criação de locais de short term rental, de alojamento local, há toda uma implosão desse setor e isso faz com que o investimento na reabilitação e na criação de estruturas de apoio. Ou seja, vale a pena recuperar no porto – e há muito investidor que o faz – porque há muito turismo a alimentar tudo isso”, admite Carlos Santos.

Este crescimento do Porto enquanto destino turístico de excelência, acaba também por se refletir em Braga? “Sem dúvida. Braga começa já a ser muito procurado por clientes estrangeiros, algo que é atípico. E essa procura dá-se a nível de investidores e de clientes particulares”, admite Patrícia. Mas Miguel Aguiar vai ainda mais longe: “Em termos de tempo, viajar do aeroporto para o centro do Porto ou para o centro de Braga é quase igual. Além disso, Braga tem uma localização privilegiada para os europeus porque estamos a 15 minutos da praia, 15 minutos da montanha e a 30 minutos do porto. Quem vem ao Porto quer também conhecer o norte e isso faz com que todo o setor, turístico e imobiliário, cresça a reboque do crescimento do Porto enquanto destino turístico de excelência”.

O crescimento turístico de Braga aliado ao crescimento exponencial da cidade em número de habitantes devido à criação de estruturas de tecnologia que permitiu fixar empresas e pessoas na cidade poderia trazer alguns constrangimentos ao nível da oferta imobiliária. No entanto, Braga, tem ainda muita oferta, como avança Carlos Santos: “Ao contrário do que aconteceu nas principais cidades do país, em Braga o imobiliário cresceu bem mais rápido do que a própria sociedade. Ou seja, construiu-se demasiado e há ainda prédios inteiros com dez anos para comercializar. Quem quiser viver em Braga, tem com certeza uma casa que corresponde às suas expectativas. Até que este mercado sature, vai um longo caminho, até porque entretanto a construção continua a existir porque as pessoas querem produtos modernos e aqui entra também a arte do consultor imobiliário, de mostrar as mais-valias de adquirir um imóvel construído há dez anos e que nunca foi habitado. Aqui, temos que jogar com os preços porque mesmo que a casa esteja desatualizada ao nível da estética, é possível fazer algumas obras e torna-la numa casa moderna, mas muito mais barata do que comprar um apartamento acabado de construir”.

Esta mestria acaba por ser apoiada pelas parcerias que a KW Business acaba por criar com parceiros do setor. Neste caso concreto, a KW Business Braga tem uma parceria com o Leroy Merlin que permite que seja criado um projeto de reabilitação/recuperação de habitações de forma mais simples e isso faz com que o cliente comprador consiga ter, no mesmo espaço, todas as soluções que necessita para criar a sua casa de sonho.

Sucesso que se traduz em números

Na KW Business vende-se uma casa a cada 26 minutos e 32 segundos. São números impressionantes que se conseguem com a dinâmica criada e com o apoio dado aos consultores. É verdade que a marca se foca no consultor, mas por trás deste existe uma equipa de marketing que se especializa e o ajuda a vender melhor os imóveis, existe um departamento jurídico que analisa cada caso e encontra as soluções que sejam benéficas para os envolvidos, um departamento financeiro que lhe dá apoio – por exemplo, se um cliente necessitar de financiamento para a compra de habitação é este departamento que trata do assunto, deixando o consultor liberto desta burocracia. Além disso, “temos os diretores comerciais que prestam todo o apoio em termos de coaching, de formação, de motivação… Estamos a falar de uma máquina que permite ao consultor ficar liberto apenas e só para fazer negócio. De facto, estes números alcançam-se com todo este dinamismo e sabendo aquilo que é o mercado. As nossas reuniões são focadas neste aspeto, sabendo o que fizemos, desenhamos os objetivos, analisamos o mercado, perceber se o tempo médio aumenta ou diminui… No fundo é, em todas as reuniões e formações, darmos argumentos para aumentar a sua proposta de valor para que os consultores, junto do cliente, tenham uma apresentação brutal e os clientes não tenham quaisquer duvidas que é com o consultor KW que quer trabalhar”, refere Patrícia Santos.

Outro ponto importante e diferenciador é o facto de, diariamente, os consultores serem lembrados que o cliente nunca deverá ser esquecido. Muitas vezes, demasiadas vezes, os agentes imobiliários esquecem o cliente na altura em que estes assinam o contrato de exclusividade e após a assinatura da escritura, o cliente nunca mais volta a ouvir falar da pessoa que lhe vendeu o imóvel. Na KW isso é impensável. “A comunicação com os clientes é fundamental. Vendemos a casa mas não cortamos relações, temos que manter o contacto durante o tempo porque nunca sabemos quando as necessidades daquele cliente mudam e voltam a precisar dos serviços do consultor. Além disso, o consultor tem que saber criar contactos. Ou seja, tem que criar uma rede de contactos que lhe permita não estar dependente das oscilações do mercado, mas sim das necessidades que vão surgindo”.

Vejamos, em Portugal, em média, as pessoas mudam de casa de sete em sete anos e se um consultor acompanhar os seus clientes vai conseguir vender diversas casas a uma só família. Se as pessoas confiaram no consultor, seguem-no. Diz-nos Miguel Aguiar que é fácil criar contactos, o difícil é mante-los, criando uma relação de confiança e isso mostra bem que “a marca é secundária. O que é necessário é dotar o consultor de ferramentas que o façam gerir eficazmente a sua rede de contactos e transmitir confiança aos seus clientes”.

Dai que na KW Business a filosofia passe também por dar ao cliente aquilo que quer e que tem capacidade de ter. “Se chegar aqui e pedir um T3, nós vamos analisar a situação e vender-lhe um T3 se tiver necessidade disso ou se tem condições para a compra. Se for o caso, até lhe dizemos para comprar um T1 ou mesmo para não comprar”. Confuso? Esta forma de estar no mercado pode ser confusa para quem está habituado a lidar com vendedores, mas na KW lida-se com consultores imobiliários e isso faz toda a diferença pois este profissional irá analisar e aconselhar a melhor opção para o cliente, seja ele comprador, seja vendedor. E isto vai trazer, com toda a certeza, confiança para o futuro.

 

Deus, Família e só depois o negócio

A formação é, no fundo, a base do sucesso da KW Business. Segundo nos referem os nossos interlocutores, há três anos consecutivos que a Keller Williams ganha o prémio da melhor empresa de formação do mundo, atribuído pela Training Magazine. Isto mostra que a KW já não é apenas uma imobiliária, mas sim uma empresa de desenvolvimento e formação de pessoas que, por acaso, vende casas. “Quando ganhamos o prémio da terceira melhor empresas para trabalhar em Portugal, referiram que erámos a melhor escola de liderança e é precisamente isso que somos. Toda a formação que damos é focada na liderança, de desenvolvimento pessoal, alicerçada nas casas e porque isso nos permite ter relações com aquela família durante toda a vida”.

A cultura KW é algo que se vive e o contacto diário com estas filosofias faz com que as pessoas, dentro da KW, sejam muitos homogéneas e partilhem dos mesmos princípios e valores. Um destes princípios é que nenhuma transação poderá colocar em causa a dignidade e os negócios win win são, efetivamente, negócios que permitam que todos os envolvidos ganhem. Apesar de o dinheiro ser essencial, Miguel Aguiar refere que, “ao fim de algum tempo de as pessoas cá estarem, o dinheiro passa a ser uma consequência do trabalho que se desenvolve e nunca está à frente dos valores que incutimos em cada um dos consultores. E é esse tipo de pessoas que nós queremos porque o quando colocamos o dinheiro à frente nunca conseguiremos construir relações duradouras com os clientes e essas pessoas não estão bem dentro desta empresa”.

Patrícia refere ainda que a formação é, de facto, um pilar fundamental da KW: “Para terem noção, ao nível da formação, em cada um dos market centers, damos cerca de 100h de formação por mês. Apesar de não ser obrigatória – apenas o primeiro pack de formação é exigido – a maioria dos consultores frequenta as formações e, muitos deles, inclusive, repetem as formações. Outro fator que nos distingue é o facto de a formação ser absolutamente gratuita para os nossos consultores porque sabemos que o crescimento deles acaba por fazer o nosso crescimento”.

Aliás, “se queremos que os consultores tenham um negócio, que tenham vida, temos que lhes dar cada vez mais ferramentas para que eles possam desenvolver esta filosofia. Todos os dias queremos acrescentar valor à nossa equipa porque é isso que nos vai fazer crescer”.

Além disso, existem já muitos consultores que são também já formadores e isto tem dois objetivos muito claros. Por um lado, quem está a receber a formação percebe que não são apenas teorias que estão a ser debitadas porque a formação está a ser dada por alguém que coloca aqueles princípios em causa todos os dias para crescer. Por outro lado, o facto de os consultores terem que se preparar para as formações permite que eles próprios relembrem o que aprenderam e, caso não o estejam a fazer, apliquem os ensinamentos. Isto dá, aos consultores formadores, uma noção de responsabilidade e confiança que se traduz, quase de imediato, nos resultados profissionais.

Maior Centro Imobiliário do Norte

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Com capacidade para 350 consultores, a KW Business está em vias de abrir, em setembro, aquele que será o maior Centro de Negócios Imobiliários em Portugal. Localizado nas antigas instalações da Cunha Gomes, na circunvalação, o novo centro de negócios vai permitir à KW Business estar junto de empresas que oferecem soluções que compram imóveis. Com parceiros como a Finsa e gabinetes de arquitetura e design, a KW Business consegue oferecer aos seus clientes um conjunto de serviços que facilitam a aquisição de casa.

Mas este projeto mostra bem que a KW Business não é apenas uma imobiliária porque caso contrário não abriria um local onde nem sequer montra existe.

Este é um projeto arrojado, sem dúvida, mas é precisamente disso que a KW Business gosta. Projetos arrojados e que sejam um constante desafio. E conhecendo a história e a filosofia do grupo, será, com certeza, um projeto ganhador.

Responsabilidade Social

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A responsabilidade social é também um dos grandes pilares da KW. Aliás, outra das marcas distintivas da KW é a existência de um fundo que cada market center deve ter, chamado de KW Care. Trata-se de um fundo de emergência para apoiar qualquer colaborador que tenha uma situação de emergência, seja a que nível for. “Não permitimos que os nossos colaboradores se sintam desamparados e, por isso, o KW Care é um elemento fundamental da empresa”, admite Patrícia Santos.

Além disso, e ao nivel da responsabilidade social externa, existe o RED Day – Renovar, Energizar, Doar – executado na segunda quinta-feira de Maio. Nesse dia, a nível mundial, todas as KW fecham portas e dedicam o dia ao voluntariado. Este ano, a KW Business esteve envolvida na reabilitação exterior e interior de alguns espaços da Associação António Cândido, no Porto, na reabilitação do recreio do Infantário «A Benedita», em Vila do Conde, e na reabilitação de duas habitações de famílias carenciadas, em Braga e Famalicão. Em Braga, fizemos ajudamos ainda a recuperação de uma praça que se encontrava completamente degradada e pintamos, fizemos umas atividades para as crianças”.

Escolher quem e como ajudar é uma tarefa do Conselho de Liderança, mas são os próprios consultores que identificam as situações existentes e comunicam ao Conselho que, depois, decide o que fazer neste dia tão especial.

Fonte: País Positivo – Publicação mensal do Jornal de Notícias e do Diário de Notícias

Dicas para deixar a sua casa em segurança durante as férias.

A ÉPOCA DE FÉRIAS OU AUSÊNCIAS PROLONGADAS AUMENTO O RISCO PARA A SUA CASA.
PARA EVITAR ASSALTOS E EMERGÊNCIAS, SIGA AS NOSSAS DICAS E DEIXE A SUA CASA EM SEGURANÇA!

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01 – Se não tiver dispositivos de segurança, como câmaras e alarme, tente adquiri-los, os preços são acessíveis. Procure os equipamentos nas lojas de materiais para construção ou em empresas especializadas em segurança.

02 – Não comente sua viagem com pessoas estranhas.

03 – Comunique a sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem.

04 – Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas. Se viver num condomínio fechado deve deixar uma autorização por escrito para que essa pessoa possa entrar.

05 – Evite colocar cadeado no lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores.

06 – Desligue a campainha. Assim, quem estiver a tocar só para saber se está alguém em casa, ficará na dúvida.

07 – Feche as portas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

08 – Não deixe jóias ou dinheiro dentro de casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos ou deixe tudo com alguém de confiança.

09 – Se sua casa tiver jardim, contrate ou peça para alguém o manter limpo, evitando o aspecto de abandono.

10 – Se a viagem for longa, deixe 2 conjuntos de chaves com pessoas de confiança para facilitar qualquer emergência.

11 – Pedir a alguém que ligue e apague as luzes de vez em quando. Se deixar as luzes sempre acesas, além de caro, é um sinal de ausência.

Check-list antes de sair:

01 – Desligar o gás;

02 – Desligar a água;

03 – Deixar os electrodomésticos desligados (máquina da loiça, roupa e ar-condicionado);

04 – Desligar as luzes;

05 – Conferir que todas as janelas ficam devidamente trancadas;

06 – Trancar a porta;

MillenniumBCP distingue Grupo Business como empresa APLAUSO

Hoje tivemos a honra da visita do MillenniumBCP para reconhecer todas as empresas do Grupo Business como empresas APLAUSO. Agradecimento especial a todos que colaboram na KW Business todos os dias para conseguimos em conjunto alcançar este tipo de resultados muito acima do sector. 

” São uma empresa que se destaca nos resultados acima de qualquer outra empresa do vosso sector “, comentava o representante do MillenniumBCP a quem agradecemos a gentileza deste especial momento. 

O momento foi aproveitado também para reforçar a parceria entre as duas entidades, tornando a relação mais forte e ainda mais colaborativa.

 A 14ª. edição de “BRAGA ROMANA – REVIVER BRACARA AUGUSTA” decorre de 24 a 28 de maio de 2017, no centro histórico de Braga.

O Evento “Braga Romana”, tem o propósito de comemorar os primeiros tempos de vida daquela que foi a Opulenta Cidade Bracara de Augustus.
Terminadas as Guerras Cantábricas que puseram fim à conquista da Península Ibérica, e instalada a pax romana, o Imperador Romano César Augusto funda três cidades no Noroeste da Hispânia, Bracara Augusta, Lucus Augusti e Asturica Augusta.

Bracara Augusta terá sido presumivelmente fundada entre os anos 16/15 a.c. na região dos Bracari, situada entre os rios Lima e Ave. 

A nova Cidade Imperial deve o seu nome de BRACARA ao povo indígena que ocupava o território, e o epíteto de AUGUSTA, em homenagem ao Imperador que a fundou, tendo sido sede do Conventus Bracarensis, inserido na provincia Tarraconense.

Ao longo dos séculos, Bracara Augusta vai ganhando preponderância, chegando mesmo no século IV, com o Imperador Diocleciano, a Capital da nova província da Galécia.

Como cidade imperial, desenvolveu gradualmente importantes funções comerciais, juridicas, religiosas, politicas e administrativas, propiciando o aparecimento de variados espaços públicos de caracter lúdico.

Neste sentido, a “Braga Romana” pretende recriar o universo romano, em particular o quotidiano dos denominados Bracaraugustanos.

É caso para dizer em Braga seja Bracaraugustano! Vista-se a rigor, delicie-se com iguarias romanas revisitadas para si, encante-se com os bailarinos e dance ao som da música do Deus Lupercus, divirta-se com as pantominas dos actores, embriague-se com os sucos de Baco, aprenda estratégias nos jogos, saúde a Júpiter, honre a Marte com os Legionários e usufrua dos produtos artesanais.

Reviva Bracara Augusta!

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KW BUSINESS ABRE MARKET CENTER NO PORTO COM 1.400M²

A KW Business prepara-se para abrir um market center no Porto, um novo espaço com 1.400m², o maior do género do país e resultado de um investimento de cerca de 500.000 euros. Situado nas antigas instalações da Cunha Gomes, no Centro Empresarial do Porto, esta nova infraestrutura terá gabinetes para equipas, grande auditório, bar e restaurante com esplanada, parque de estacionamento e pista de running, e reforça a aposta da KW nos seus colaboradores e na melhoria das suas condições de trabalho.

Surge depois de a imobiliária ter fechado o ano de 2016 com os seus melhores resultados de sempre, num volume de negócios de 183 milhões de euros e mais de 2.000 transações realizadas.
A escolha do Porto não é ao acaso, já que é no norte do país que a empresa concentra a maior parte da sua atividade. Já a partir deste verão, o market center vai criar 150 novos postos de trabalho, passando a contar com cerca de 300 colaboradores no Porto.
Miguel Queiroz Aguiar, CEO da KW Business, explica que «mais do que crescer em números, queremos crescer em qualidade, e isso significa oferecermos aos nossos consultores as melhores condições que podem ter para trabalhar no dia-a-dia e para terem gosto no que fazem». Este responsável acredita que «a KW é uma empresa que aposta em dotar os colaboradores de ferramentas essenciais para enfrentar desafios e ultrapassar barreiras na sua profissão, e no grupo Business queremos acompanhar essa filosofia também no que diz respeito às infraestruturas».
Já Carlos Santos, também CEO da empresa, nota que «se tudo correr como até agora, este será o melhor ano de sempre para a KW Business em negócio. E a melhor forma de comemorar isso é abrir este market center, uma prova real do nosso lema “Carreiras que valem a pena ter, Negócios que valem a pena deter, Vidas que valem a pena viver”». 
Ver notícia em Vida Imobiliária 

KW Business distinguida pelo IAPMEI pelo 2º ano consecutivo

KW Business recebe do IAMPEI a distinção de PME Excelência 2016. Depois do PME Excelência 2015, chegou agora o reconhecimento 2016.

pmeexcelencia16

“É com enorme satisfação, que o Conselho Diretivo do IAPMEI, dá os parabéns à empresa Casa Intemporal – Mediação Imobiliária, Lda., KW Business, pela distinção como PME Excelência 2016!
É importante salientar, que as empresas que anualmente se distinguem como PME Excelência, constituem um modelo de orientação que é seguido pelas outras empresas na busca pelo sucesso.
Mais que uma solidez económico-financeira muito evidenciada, filtrada por exigentes critérios para atribuição deste estatuto, as PME Excelência têm subjacente à sua actividade, uma gestão estratégica orientada para a competitividade e para o crescimento sustentado ”

IAPMEI Fev. 2017

Esta distinção só é possivel porque a KW Business é constituída por excelentes profissionais que todos os dias se dedicam a ser a melhor versão de si mesmo, e isso torna-se magnético na atração de cada vez mais talento para a empresa.

A KW Business conta hoje com profissionais com as mais variadas experiências profissionais: arquitetura, engenharia, direito, psicologia, ensino, comercial, gestão, marketing, enfermagem, etc, que encontraram na KW Business uma empresa centrada nas pessoas, em princípios e valores muito claros e que acima de tudo aposta na valorização das pessoas enquanto pessoas e profissionais. Encontraram um carreira que os satisfaz quer profissionalmente pela progressão de carreira que permite, quer pessoalmente por conseguirem gerir a sua liberdade e com isso poderem determinar a sua dedicação à família e ao negócio!

Em resumo a KW Business é constituída por pessoas completas, apaixonadas pelas suas carreiras, que querem também ter uma vida que vale a pena viver, que vai para além do trabalho.

Quer ter a oportunidade de conhecer esta empresa?

O (novo) adicional ao IMI imposto sobre a fortuna imobiliária

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A Lei do Orçamento do Estado para 2017, aprovada em votação final global (há dias), veio confirmar a entrada em vigor, já a partir do próximo dia 1 de janeiro de 2017, de um adicional ao IMI (“AIMI”).Este imposto – que faz desaparecer a tributação em Imposto do Selo (verba 28) dos prédios urbanos para habitação ou terrenos para construção com Valor Patrimonial Tributário (“VPT”) superior a EUR 1 milhão – terá como sujeitos passivos as pessoas singulares, coletivas (incluindo quaisquer estruturas ou centros de interesses coletivos sem personalidade jurídica e as heranças indivisas) que, a 1 de janeiro de cada ano, figurem nas matrizes como proprietários, usufrutuários ou superficiários de bens imóveis situados em território português classificados como “habitacionais” ou “terrenos para construção.”
Ficam, assim, fora do campo de incidência do AIMI os prédios urbanos classificados como “comerciais, industriais ou para serviços” e “outros”, ficando, ainda, de fora da incidência subjetiva deste imposto as empresas municipais relativamente a quaisquer imóveis.
O valor tributável do imposto corresponderá à soma dos VPT dos prédios habitacionais ou terrenos para construção situados em território português de que o sujeito passivo seja titular a 1 de janeiro de cada ano.
A esta soma deverá ser deduzida a quantia de EUR 600.000, sempre que o sujeito passivo seja uma pessoa singular ou uma herança indivisa.
No caso de pessoas singulares casadas ou em união de facto, existirá a opção pela tributação conjunta do AIMI, o que permitirá uma dedução de EUR 1,2 milhões. Os sujeitos passivos casados sob o regime da comunhão de bens que não optem pela tributação conjunta deste imposto, poderão identificar (por declaração conjunta, apresentada exclusivamente através do Portal das Finanças entre 1 de abril e 31 de maio de cada ano), a titularidade dos bens, indicando aqueles que são bens próprios de cada um deles e os que são bens comuns do casal.
Este imposto terá como sujeitos passivos as pessoas singulares, coletivas que figurem nas matrizes como proprietários, usufrutuários ou superficiários de bens imóveis situados em território português classificados como “habitacionais” ou “terrenos para construção.”
Quanto às heranças indivisas, a sua equiparação a pessoas coletivas poderá ser afastada se estas, durante o mês de março e através do cabeça de casal (no Portal das Finanças), identificarem os seus herdeiros e respetivas quotas e, bem assim, estes últimos confirmarem (igualmente, através do Portal das Finanças), durante o mês de abril, tais quotas. A verificar-se o afastamento da equiparação da herança indivisa a pessoa coletiva, a quota-parte de cada herdeiro acresce à soma dos VPT que constem da matriz na titularidade desse herdeiro, para efeitos da determinação do valor tributável.

Na sua primeira configuração, o AIMI previa a aplicação de uma taxa única de 0,3% ao valor tributável apurado. A configuração agora aprovada prevê uma tributação com vista a assegurar uma maior progressividade do imposto. Assim, prevê-se uma taxa de 0,4% para as pessoas coletivas e uma taxa de 0,7% para as pessoas singulares e heranças indivisas (para estes efeitos, aparentemente já equiparadas a pessoas singulares e não a pessoas coletivas), sempre que o valor tributável não seja superior a EUR 1 milhão.
Nos casos em que o valor tributável seja superior a EUR 1 milhão (ou a EUR 2 milhões para os sujeitos passivos casados ou em união de facto que tenham optado pela tributação conjunta), será aplicável uma taxa marginal de 1%. De sublinhar que os imóveis detidos por pessoas coletivas, mas que estejam afetos ao uso pessoal dos titulares do respetivo capital, dos membros de órgãos sociais ou de quaisquer órgãos de administração, gerência e fiscalização ou dos respetivos cônjuges, ascendentes ou descendentes, ficam sujeitos à taxa de 0,7%, sendo que a parcela de valor que exceda EUR 1 milhão ficará sujeita à taxa marginal de 1%.
Relativamente aos prédios sujeitos a AIMI que sejam detidos por entidades sujeitas a um regime fiscal mais favorável, a taxa aplicável será de 7,5%.

Relativamente aos prédios sujeitos a AIMI que sejam detidos por entidades sujeitas a um regime fiscal mais favorável, a taxa aplicável será de 7,5%.

O AIMI será liquidado anualmente pela Autoridade Tributária e Aduaneira no mês de junho, com base nos VPT dos prédios sujeitos ao imposto e em relação aos sujeitos passivos que constem das matrizes dos imóveis em 1 de janeiro de cada ano, devendo ser pago até ao final do mês de setembro do ano a que respeita. Os sujeitos passivos casados ou em união de facto que tenham optado pela tributação conjunta serão solidariamente responsáveis pelo pagamento do imposto.
À semelhança da configuração inicialmente proposta, a versão aprovada do AIMI agora aprovada prevê a sua dedução em sede de IRS e de IRC. Assim, quanto às pessoas singulares, o AIMI poderá ser deduzido à coleta do IRS dos sujeitos passivos que detenham rendimentos imputáveis a prédios urbanos classificados como habitacionais ou terrenos para construção, até à concorrência (i) da parte da coleta do IRS proporcional aos rendimentos prediais líquidos (no caso de englobamento), ou (ii) da coleta obtida por aplicação da taxa de 28% aos rendimentos prediais não englobados. De igual modo, será permitida a dedução do AIMI aos rendimentos empresariais obtidos no âmbito de atividade de arrendamento ou hospedagem.
Em sede de IRC, os sujeitos passivos podem optar por considerar o imposto como gasto fiscalmente dedutível ou, em alternativa, deduzi-lo à coleta apurada, e até à sua concorrência, limitada à fração correspondente aos rendimentos gerados por imóveis, sujeitos ao AIMI, no âmbito da atividade de arrendamento ou hospedagem.
Esta dedução não será aplicável se os imóveis forem, direta ou indiretamente, detidos por entidade com residência ou domicílio em país, território ou região sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável, constante da lista negra aprovada pelo Ministro das Finanças.
De acordo com a Exposição de Motivos da proposta do Grupo Parlamentar do PS, que configurou a versão final deste imposto, as alterações à proposta inicial visaram assegurar a ausência de impacto na atividade económica, uma maior progressividade do imposto e, bem assim, reforçar a tributação do património imobiliário detido por entidades residentes em paraísos fiscais. Acontece que, uma vez avaliada a versão final do AIMI, poder-se-á concluir que estamos perante um efetivo imposto sobre a fortuna imobiliária, daqui resultando que esta configuração do AIMI o aproxima da anterior tributação em Imposto do Selo para imóveis com VPT superior a EUR 1 milhão.
Equipa Fiscal PLMJ
Fonte: diarioimobiliario.pt

KW Business reconhecida pelo Ministro da Economia

KW Business, presente em Braga, Vila Nova de Famalicão, Porto e Vila do Conde, recentemente distinguida como A Melhor Empresa para trabalhar no Sector Imobiliário em Portugal pela revista Exame, foi na sexta-feira reconhecida pelo Ministro da Economia, Dr. Manuel Caldeira Cabral, durante o Jantar de Natal da KW Business, que contou com a presença de mais de 300 colaboradores desta empresa.

Neste evento, foi lançado um novo site da marca KW, totalmente desenvolvido em Portugal, que resulta da primeira plataforma Europeia de venda de Imóveis (www.kwluxury.eu).

O Ministro da Economia, ajudou ainda ao lançamento de uma aplicação móvel destinada a todos os colaboradores da KW em Portugal. Esta é mais uma ferramenta de trabalho com que os Profissionais vão puder contar, facilitando assim o seu trabalho em qualquer lugar.

Apesar de não puder estar presente, o Presidente da Câmara de Braga, Dr. Ricardo Rio, enviou uma mensagem especial em vídeo para todos os colaboradores desta empresa.