Parabéns à nossa Equipa!

No passado dia 27 de Maio de 2014 os nossos agentes foram reconhecidos pela RE/MAX Portugal pelos seus excelentes resultados no 1º trimestre de 2014.

IMG_5516

 

RANKING DO NORTE ESCALÃO A

1º – Carlo Monteiro (Braga)

2º Rogério Costa (Felgueiras)

3º Paulo Gaspar (Braga)

5º Agostinho Sousa (Vizela)

10º Daniel Almeida (Braga)

13º Jorge Pimenta (Famalicão)

15º Sofia & Cerdeira (Braga)

RANKING DO NORTE ESCALÃO B

3º Alexandra Sarzeda (V. Conde/Povoa Varzim)

4º Henrique Ribeiro (Braga)

8º Marco Sartei (Braga)

RANKING DO NORTE ESCALÃO C

3º António Nascimento (Famalicão)

IMG_5502

RANKING DO GRANDE PORTO ESCALÃO A

1º Eugénia Brandão (Paços de Ferreira / Porto)

5º Alexandre Rodrigues (Porto)

6º Mariluz Gomes (Porto)

10º Cláudia Nunes (Porto)

RANKING DO GRANDE PORTO ESCALÃO C

6º Carlos Marques (Porto)

12º Isabel Taxa (Porto)

Estamos na liderança das tendências do sector imobiliário por meio do nosso abrangente currículo de formação (líder da indústria) e dos recursos de pesquisa e investigação. É o que prepara a nossa equipe para fornecer um serviço incomparável!

Saiba porque estamos na liderança https://mediacaoimobiliaria.wordpress.com/2014/05/21/estamos-na-lideranca-do-sector-imobiliario/

Portugal – Benefícios fiscais para reformados

impostos1O regime legal já existe desde 2009, no entanto teve que haver uma clarificação da lei fiscal, que ocorreu através da Lei do Orçamento de Estado para o ano de 2013, na sequência de uma circular fiscal de 03 de agosto de 2012 (Circular nº 9/2012).

Assim, desde o início de 2013, o Governo de Portugal permite a qualquer reformado que queira estabelecer a sua residência fiscal habitual em Portugal, e que não tenha tido residência fiscal em Portugal nos últimos cinco anos, uma isenção fiscal pelo prazo de 10 anos, prazo esse que poderá ser prorrogado. Deste modo, quem beneficie de uma reforma paga num país com o qual Portugal estabeleceu uma acordo sobre dupla tributação (abrange toda a União Europeia e Suíça, por exemplo), deixa de pagar impostos no seu o país de origem porque passa a ter residência fiscal em Portugal e, também, não paga impostos em Portugal por força das normas legais especiais de isenção agora estabelecidas. Portugal tornou-se, deste modo, um país mais atraente do ponto de vista fiscal no seio da União Europeia. Para beneficiar deste estatuto, terá o interessado de obter o estatuto de residente não habitual, nos termos dos nºs 1 e 2, do art.º 16º do Código de IRS, preenchendo as seguintes condições: no ano em que pretende obter o estatuto fiscal de residente habitual, deverá obter a residência fiscal em Portugal, isto é, residir em Portugal por um período superior a 183 dias por ano, ou deter um imóvel no dia 31 de Dezembro do respectivo ano, o que faz presumir que a estadia em Portugal será prolongada; por outro lado, nos cinco anos anteriores à transferência de residência para Portugal, não ter sido fiscalmente residente em Portugal. O requerimento para obter este estatuto fiscal especial dever ser efectuado aquando da transferência da residência para Portugal, ou até ao dia 31 de março do ano seguinte. O pedido deve ser acompanhado de uma declaração através da qual se assegura que nos cinco anos anteriores não se preenchia as condições para ser considerado residente fiscal em Portugal. Quando existam fundados indícios de falta de veracidade dos elementos constantes nessa declaração, a Administração Fiscal pode solicitar ao sujeito passivo elementos adicionais; por exemplo, um documento que ateste a residência no estrangeiro emitido por qualquer entidade oficial de outro Estado ou, ainda, outros documentos idóneos que evidenciem a existência de relações pessoais e económicas estreitas com um outro Estado no período relevante.

O sujeito passivo que seja considerado residente não habitual adquire o direito a ser tributado como tal pelo período de 10 anos consecutivos a partir do ano, inclusive, da sua inscrição como residente em território português. O direito a ser tributado como residente não habitual em cada ano do período de dez anos de aplicação do regime depende de o sujeito passivo ser, nesse ano, considerado residente em território português. O sujeito passivo que não tenha gozado do regime dos residentes não habituais em um ou mais anos do período de dez anos pode retomar o gozo do mesmo em qualquer dos anos remanescentes daquele período, a partir do ano, inclusive, em que volte a ser considerado residente em território português.

Na prática, o que isto significa, é que um reformado que obtenha uma reforma no seu país de origem na União Europeia e que transfira a sua residência fiscal para Portugal, ficará totalmente isento de impostos. Esta medida, que o Ministro da Economia apelidou de “Flórida da Europa”, é um forte incentivo para o mercado imobiliário, uma vez que o reformado consegue comprar a sua casa, ou a sua quinta de sonho em Portugal, financiando a compra apenas com o montante mensal que deixa de pagar de reforma no seu país de origem. Tendo igualmente o sector imobiliário na mira, os não residentes na União Europeia, e que estejam dispostos a investir em Portugal, comprando um imóvel no valor de pelo menos € 500.000, obterão o chamado “visto de ouro” – uma permissão para viver em Portugal de forma permanente. Esta medida pretende piscar os olhos a Russos, Brasileiros e Chineses que nos últimos anos têm procurado uma porta de entrada para a União Europeia. Por último, não só os reformados podem beneficiar de um regime fiscal altamente vantajoso, mas igualmente os profissionais que exercem uma actividade de grande valor acrescentado, como sejam médicos, engenheiros, arquitectos, psicólogos e outros que constam de uma listagem elaborada pela Administração fiscal, caso obtenham o mencionado estatuto de Residente não Habitual, beneficiarão de uma taxa de IRS reduzida de apenas 20%.

Consulte as nossas oportunidades em www.grupobusiness.pt

__________________________________________________________________________________

Para usufruírem destas vantagens, os franceses devem tornar-se residentes fiscais em Portugal – sem que o tenham sido nos últimos cinco anos -, comprovar a sua presença no país durante um mínimo de 183 dias por ano, e não poderão possuir quaisquer bens em França.

 Artigo 16.º

Residência

 1 – São residentes em território português as pessoas que, no ano a que respeitam os rendimentos:

a) Hajam nele permanecido mais de 183 dias, seguidos ou interpolados;

b) Tendo permanecido por menos tempo, aí disponham, em 31 de Dezembro desse ano, de habitação em condições que façam supor a intenção de a manter e ocupar como residência habitual;

c) Em 31 de Dezembro, sejam tripulantes de navios ou aeronaves, desde que aqueles estejam ao serviço de entidades com residência, sede ou direcção efectiva nesse território;

d) Desempenhem no estrangeiro funções ou comissões de carácter público, ao serviço do Estado Português.

2 – São sempre havidas como residentes em território português as pessoas que constituem o agregado familiar, desde que naquele resida qualquer das pessoas a quem incumbe a direcção do mesmo.

3 – A condição de residente resultante da aplicação do disposto no número anterior pode ser afastada pelo cônjuge que não preencha o critério previsto na alínea a) do n.º 1, desde que efectue prova da inexistência de uma ligação entre a maior parte das suas actividades económicas e o território português, caso em que é sujeito a tributação como não residente relativamente aos rendimentos de que seja titular e que se considerem obtidos em território português nos termos do artigo 18.º (Redacção da Lei nº 60-A/2005 de 31 de Dezembro)

4 – Sendo feita a prova referida no número anterior, o cônjuge residente em território português apresenta uma única declaração dos seus próprios rendimentos, da sua parte nos rendimentos comuns e dos rendimentos dos dependentes a seu cargo segundo o regime aplicável às pessoas na situação de separados de facto nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 59.º (Aditado pela Lei nº 60-A/2005 de 31 de Dezembro)

5 – São ainda havidas como residentes em território português as pessoas de nacionalidade portuguesa que deslocalizem a sua residência fiscal para país, território ou região, sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável constante de lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças, no ano em que se verifique aquela mudança e nos quatro anos subsequentes, salvo se o interessado provar que a mudança se deve a razões atendíveis, designadamente exercício naquele território de actividade temporária por conta de entidade patronal domiciliada em território português. (Aditado pela Lei nº 60-A/2005 de 31 de Dezembro – Anterior n.º 3.)

6 – Consideram-se residentes não habituais em território português os sujeitos passivos que, tornando-se fiscalmente residentes nos termos dos n.os 1 ou 2, não tenham sido residentes em território português em qualquer dos cinco anos anteriores. (Redacção da Lei n.º 20/2012, de 14/05)

7 – O sujeito passivo que seja considerado residente não habitual adquire o direito a ser tributado como tal pelo período de 10 anos consecutivos a partir do ano, inclusive, da sua inscrição como residente em território português.(Redacção da Lei n.º 20/2012, de 14/05) 

8 – O sujeito passivo deve solicitar a inscrição como residente não habitual no ato da inscrição como residente em território português ou, posteriormente, até 31 de março, inclusive, do ano seguinte àquele em que se torne residente nesse território. (Redacção da Lei n.º 20/2012, de 14/05)

9 – O gozo do direito a ser tributado como residente não habitual em cada ano do período referido no n.º 7 depende de o sujeito passivo ser, nesse ano, considerado residente em território português. (Redacção da Lei n.º 20/2012, de 14/05)

10 – O sujeito passivo que não tenha gozado do direito referido no número anterior em um ou mais anos do período referido no n.º 7 pode retomar o gozo do mesmo em qualquer dos anos remanescentes daquele período, a partir do ano, inclusive, em que volte a ser considerado residente em território português.(Aditado pelo artigo 5.º da Lei n.º 20/2012, de 14/05)

11 – Enquadra-se no disposto na alínea d) do n.º 1 o exercício de funções de deputado ao Parlamento Europeu. (Aditado pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de Dezembro).

version française

Está a pensar vender o seu imóvel?

Na decisão importante de vender a sua casa não cometa estes erros … confie num agente do Grupo Business!

vender-casa-300x209Um dos grandes desafios que enfrentamos como agentes é conseguir que os compradores e proprietários analisem os preços com base em factos e não de forma emocional. Isto ocorre porque os proprietários e compradores poderão não estar informados da realidade do mercado.

No mercado de venda, os proprietários tendem a debruçar-se sobre o futuro – preços mais elevados -, enquanto os compradores tendem a valorizar o passado, quando os preços dos imóveis eram menores . Esta discrepância gera uma situação em que os proprietários querem empurrar os preços para cima e os compradores querem manter estagnados.

No entanto compreender a janela de oportunidade de venda do seu imóvel é crucial para maximizar a venda do mesmo. É de extrema importância colocar o seu imóvel no mercado ao valor correto, e em ótimo estado, de forma a capturar o pico de interesse das primeiras semanas no mercado.

Tem dúvidas sobre o valor de mercado do seu imóvel? Contacte-nos!

 

Tem dificuldades em conseguir o valor certo para o imóvel?

reuniao2Como foi a sua última reunião de apresentação do estudo de mercado? O proprietário concordou que o valor era o adequado para colocar o imóvel no mercado? Ou será que a emoção se sobrepôs à sua experiência ?

Um dos grandes desafios que enfrentamos como agente é conseguir que os compradores e proprietários analisem os preços com base em factos e não de forma emocional. Isto ocorre porque os proprietários e compradores estão tipicamente dessincronizados da realidade do mercado.

No mercado de venda, os proprietários tendem a debruçar-se sobre o futuro – preços mais elevados -, enquanto os compradores tendem a valorizar o passado, quando os preços dos imóveis eram menores . Esta discrepância gera uma situação em que os proprietários querem empurrar os preços para cima e os compradores querem manter estagnados.

No mercado de compra, os compradores querem colocar-se no futuro – preços mais baixos -, enquanto os proprietários querem habitar no passado, quando os preços eram mais elevados. Neste cenário, os compradores querem empurrar os preços para baixo e os proprietários querem manter.

O resultado líquido é um desfasamento entre o comprador e o proprietário sobre a percepção de quanto uma casa vale atualmente. A responsabilidade do Agente é conseguir minimizar este desfasamento – sendo esta uma das mais essenciais competências competitivas.

Agentes com melhores competências nesta matéria consistentemente conseguem angariar mais imóveis e vender mais. A boa notícia é que o preço também é um processo. Aprender a fazê-lo bem requer conhecer estratégias de preços com base nos princípios que impulsionam mercados. Também requer saber tácticas de preços – análise comparativa do mercado (ACM), construção da apresentação , e os scripts que acompanham.

Identificamos as seis estratégias críticas de preços de imóveis que precisamos ter em mente quando analisamos valores de qualquer propriedade.

  1. Saber o que vende: avaliar sempre tanto ao nível de preços competitivos como as condições de comercialização.
  2. Saber o que os proprietários podem e não podem controlar: comunicar o que não importa na definição do preço (quanto ele pagou, o que eles precisam, o que eles querem, o que outro agente diz que vale, o custo para reconstruir).
  3. Compreender a janela de oportunidade: ser convincente sobre a importância de colocar o imóvel no mercado ao valor correto, e sobre a importância de estar em ótimo estado, de forma a capturar o pico de interesse das primeiras semanas no mercado.
  4. Valor que reflita a tendência de mercado : valor a refletir a direção do mercado e tendo em conta a velocidade da mudança.
  5. Valor à frente do mercado: colocar o valor de forma a que o proprietário não tenha que “perseguir” um mercado em queda, ou não perca a sua oportunidade máxima em caso de um mercado crescente.
  6. Não tenha medo de ser brutalmente honesto: perguntar: “Quer que lhe diga o que quer ouvir, ou quer ouvir a verdade (sobre o preço e condição)?”

Com a prática, irá absorver e interiorizar estas estratégias. Elas passarão a fazer parte de si como agente imobiliário e a torná-lo num excelente conselheiro para ambos: compradores e proprietários.

A construção está a dar a volta? Sim, diz o presidente da AICCOPN

 

construcao“É tempo de encarar o futuro com confiança”, diz Reis Campos, atento ao pacote de seis mil milhões de euros previstas no Plano Estratégico dos Transportes.

À frente da Associação dos industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte desde 2005 e reeleito quinta-feira para mais um mandato de três anos, Reis Campos acredita que o sector está a conseguir “superar os anos críticos” e pode “encarar o futuro com confiança”.

São palavras bem mais otimistas dos que as proferidas em 2011, quando o empresário assumiu o anterior mandato alertando para “o momento particularmente crítico que o país e a construção, em especial, enfrentavam”.

No triénio 2001-2013, desapareceram mais de 30 mil empresas e foram destruídos quase 225 mil postos de trabalho. A própria AICCOPN tem hoje 6200 associados, menos 25% do que o recorde atingido no passado.

No entanto, este tempo “é de oportunidades”, como as que podem ser criadas pelo Plano Estratégico dos Transportes, com um pacote de investimentos estruturantes de seis mil milhões de euros, o imobiliário, “por via do turismo residencial e de incentivos concretos como os vistos gold e o regime de tributação de não-residentes habituais” ou a reabilitação urbana, diz.

Vendas no exterior crescem em média 30% ao ano

A associação, representante de uma fileira com 625 mil trabalhadores que é o maior empregador privado nacional e que assegura quase 1/5 do PIB português, sabe que muitas empresas seguiram o rumo da internacionalização para sobreviver e crescer. Mas esse “é já um caminho natural”, defende Reis Campos, sublinhando que na última década o crescimento médio anual do volume de negócios das construtoras lusas no exterior foi de 30%.

Na Conferência Portugal em Exame, realizada esta semana no Porto, António Mota, presidente da Mota Engil, a maior construtora portuguesa, adotou um tom menos otimista para falar do futuro do sector: “Estamos numa crise profundíssima em Portugal e ainda vai haver um conjunto de movimentos negativos a nível interno”, alertou.

Fonte: Expresso

 

 

 

 

Banca baixa “spreads” na troca de casa para ganhar rentabilidade

melhor-credito-habitacaoBES, BCP e Santander Totta avançam com proposta de “Spreads” abaixo do preçário.

O Santander Totta lançou uma solução para fomentar a troca de imóveis por parte dos seus clientes. Tal como já fez o BES, e também o BCP, o banco liderado por António Vieira Monteiro assenta a sua aposta na oferta de “spreads” inferiores aos do preçário, que também já têm vindo a ser reduzidos. O objectivo, explicam os economistas, é o de tentarem rever a margem das suas carteiras de crédito para conseguir dar resposta à baixa rentabilidade.

O BES avançou no final de Março com o “Crédito á Habitação Troca de Casa”, solução que, diz o banco, “pretende ir ao encontro de quem necessita mudar de casa, mas que tem dificuldade em fazê-lo, em grande medida devido ao aumento nas prestações da casa que tal decisão acarretaria”. Já este mês surgiu o “Vantagem Troca de Casa” do BCP. E agora nasce o “Nova Casa”, uma solução promovida pelo Santander Totta.

Tal como acontece com as propostas do BES e do BCP, esta solução do banco liderado por António Vieira Monteiro assenta na oferta de margens mais reduzidas nos novos empréstimos à habitação, numa altura em que o sector já tem vindo a descer os “spreads” nos preçários. O Santander Totta oferece “uma redução no `spread’ do empréstimo para comprar a sua nova casa (…) inferior ao praticado num empréstimo normal”. Por exemplo, um crédito actual de 130 mil euros, com “spread” de 0,4%, aumentando para 200 mil pode ter taxa de 1,98%. No preçário, o mínimo é de 2,99%.

O BCP apresenta um “spread” de 2,75% nos primeiros 24 meses, sendo “aplicado um desconto de 0,75% sobre o preçário no prazo remanescente”, diz o banco. Já o BES revelou, aquando do lançamento deste produto para a troca de casa, que o mínimo será de 2%. Neste caso, para definir qual será a taxa, o banco irá fazer a média ponderada do “spread” do empréstimo já contratado com o do preçário em vigor (considerando a bonificação máxima) que é de 2,75%.

Retomo da carteira

Estes produtos, que começam a ser mais comuns, são uma resposta à necessidade de muitas famílias de trocarem de casa depois de anos a adiarem essa decisão. Os bancos “sabem que há no mercado quem deseje trocar de casa e só não o faz porque não pretende abrir mão das condições de crédito que contratou anteriormente”, nota Filipe Garcia. “Estas campanhas tentam alterar o comportamento de quem não quer pagar as ‘novas’ condições, nem quer prescindir das ‘antigas”, acrescenta o economista da IMF.

“Por um lado, os bancos têm necessidade de gerar resultados com a sua atividade de intermediação de crédito, correndo riscos mais calculados e remunerando-se melhor por essa função”, diz Filipe Carda. O objectivo de aumentar a rentabilidade da carteira de crédito fica explícito na limitação destas soluções a clientes actuais, nomeadamente àqueles que têm taxas muito baixas. Os bancos “pretendem acelerar o processo de revisão do preço dos activos cujas condições pesam na rentabilidade do sector”, diz Paula Carvalho, economista-chefe do BPI.

Esta solução “destina-se aos clientes que já tenham crédito à habitação no banco e que pretendem mudar de casa”, refere o Santander Toda. No BES é para clientes que tenham a decorrer um crédito anterior a 2010″, enquanto o BCP é mais explicito: estes “spreads” mais reduzidos estão disponíveis “exclusivamente para clientes com crédito à habitação em vigor cujo ‘spread’ seja inferior a 1,5%”.

Resposta aos pequenos

“A banca está a tentar ressuscitar o produto, mas com mais cautelas do que anteriormente”, nota o economista da IMF. Isso tem sido visível através das reduções efectuadas nos “spreads”, nos preçários. BCP, CGD e Santander Totta já reviram, este ano, a margem mínima exigida, no caso do BCP até por duas vezes. Cortes influenciados, em parte, pela maior agressividade de instituições mais pequenas neste segmento.

Estas soluções de troca de casa são, “naturalmente, um produto que tem de ser visto numa ótica concorrencial”, diz Filipe Garcia. “Clientes que queiram contratar à habitação e cumpram os critérios da banca são clientes interessantes” para o sector financeiro nesta altura. “Esse objectivo de não perder novos negócios cruza-se com o de tentar dinamizar produto de crédito à habitação’?, conclui o economista.

Conheça as propostas da banca para a troca de casa

“CH Troca de Casa” do BES com taxa mínima de 2%

A QUEM SE DESTINA?

Oferta só para clientes do BES que tenham a decorrer um crédito à habitação anterior a 2010.

QUAIS AS CONDIÇÕES?

“Spread” resulta da média ponderada entre o actual e o mais baixo do preçário. Mínimo é de 2%.

QUAL O “SPREAD”?

Margem mínima exigida é de 2%, abaixo dos 2,75% do preçário.

Troca no BCP só para ”spreads” abaixo de 1,5%

A QUEM SE DESTINA?

Exclusivamente para clientes com a crédito à habitação a decorrer no BCP cujo “spread” seja de menos de 1,5%.

QUAS ÀS CONDIÇÕES?

“Spread” de 2,75% nos primeiros 24 meses.

QUAL O “SPREAD”? 2,75%

Margem, que está abaixo dos 3% do preçário, muda após 24 meses.

“Nova Casa” do Totta com “spread” abaixo de 2%

A QUEM SE DESTINA?

“Não há limitação quanto à antiguidade do crédito nem quanto ao `spread”‘, diz o banco.

QUAIS AS CONDIÇÕES?

“Spread” a aplicar terá em conta o “spread” em vigor no empréstimo em curso. Pode ficar abaixo de 2%.

QUAL O “SPREAD”? 1,98%

Banco não define taxa. Admite cobrar margem de 1,98%.

Fonte: Negócios

Conheça as nossas oportunidade em GRUPO BUSINESS

Plenty to Braga about in Portugal

It’s a sleepy, ancient city, but also brimming with a modern, youthful energy. Check out Braga, the loveliest city in Portugal you’ve never heard of


Chapel Tree of Life

Modern design at the Chapel Tree of Life, Braga, Portugal. Photograph: Nelson Garrido

Given that Braga has almost four dozen places of worship, it’s easy to see why the Baroque city, one of Portugal‘s oldest, has a reputation as a staid, ecclesiastical destination. Each Easter, pious throngs flock here for the city’s Semana Santa, and most visitors who end up in a place that barely registers on the global radar are here to tour the churches on a day trip from Porto, an hour away.

I made the journey because I was intrigued to discover why this ancient city – a former stronghold of the Roman empire – was selected as the 2012 European Capital of Youth. Clearly something was going on beyond the obvious. And it wasn’t long before I realised that there is another side to this unassuming city in the country’s northiwest corner.

Thanks to a large student population and a steady influx of young Portuguese, Braga has some lively cultural offerings, an eclectic vibe, a mellow – mostly underground – bar scene, and the bonus of outdoor adventure on the doorstep thanks to its close proximity to Peneda-Gerês national park.

The small-town warmth of the place is immediately apparent at the Braga Pop Hostel (dorms from €18, doubles from €42) where owner Helena Gomes likes her guests to feel like friends rather than tourists. Her idiosyncratic touches start with a wink in the form of a sign on the second floor stairwell bearing the words: “We’re sorry… but you still have one more floor to climb”, and on the third-floor: “Hard stairs, aren’t they? But, on the other hand, you’re welcome.”

Morning at the Cathedral in Braga, PortugalMorning at the Cathedral in Braga. Photograph: Alamy

With its boldly hued interior and warm atmosphere, this place is as dynamic as hostels come. “We want everyone to be relaxed and in a good mood,” says Helena, who acts as the hostel’s concierge, interior designer and art curator. She has added whimsical chairs bearing monster faces, crocheted lamp covers, and hand-painted breakfast bowls.

One private room is available for anyone not a fan of bunk beds, although the common areas – a lounge decorated with works from young artists and a sunny terrace with small murals that guests are encouraged to sketch – foster a spirit of conviviality. Helena sometimes leads walks to nearby cafes and invites guests out to concerts. She also rents out bicycles for tootling around town.

I declined the bike in favour of a leisurely stroll along the cobbled streets and atmospheric squares of Braga’s pedestrian-friendly city centre. University students throng the outdoor cafes and wine bars, and some of the grand, old buildings have become repositories for modern art or architecture.

There’s contemporary photography in the Museu da Imagem, which spans two historic buildings: one from the 19th century and a tower from the 14th that was part of the original city wall, and innovative design at the Chapel Tree of Life (open to the public Fridays at 5pm) within the centuries-old seminary of São Pedro and São Paulo. This slatted structure, constructed solely of wood (with no nails or hinges), is suffused with light and evokes the serenity of the nearby forests while providing a singular example of the power of modern architecture.

Braga Pop HostelBraga Pop Hostel

Another hub of art and cultural activities is Livraria Centésima Página (centesima.com), a popular bookshop behind an 18th-century facade, with a lush garden that seems to have attracted most of the pushchair-wielding mothers of the city. Like many venues in Braga, it multi-tasks – as a coffee bar, exhibition space, workshop and art gallery. I’d expected to hear readings from authors but not to be able to fill my bags with Portuguese wines, jams and other gourmet goodies.

 

In fact, it was hard to keep my focus on Braga’s cultural offerings when my taste buds were constantly being tempted. A lovely old mansion with iron and stone balconies is home to Spirito, a popular cafe serving Oreo and Guylian chocolate cupcakes on an outdoor patio strewn with oversized lamps, comfy day beds, couches and throw pillows.
The lingering clientele are mostly young, but there are some perky over-4os sipping icy mango-passionfruit frappés, though they are all missing out on the main event. “People go mad for our gelato,” says co-owner Nuno Freitas. “Recently a group of Americans and Canadians ordered 34 ounces of ice-cream daily.”

Centesima Pagina, Braga, PortugalCentésima Página

Braga’s noticeably unhurried pace of life accelerates after dark, especially in the downtown area. The city’s sense of intimacy and compact size make it easy to bar hop – and it offers a more inviting prospect than trying to negotiate Porto’s vast urban sprawl.

Even here, among the modish Braga haunts, history is everywhere. At Restaurante Brac, you can sip crafted cocktails beneath contemporary paintings with a view of medieval ruins. The menu focuses on classic Portuguese ingredients, but nudges them into the 21st century with dishes such as octopus carpaccio with olive-caper vinaigrette.

A 10-minute stroll away, Quatorze transforms from a daytime, by-appointment art gallery into a night-time bar and music venue, often with themed events fusing music, food and film from a specific destination. In many towns this would be the preserve of the millenials but here people of all ages, from twentysomethings to over-50s, mingle easily. Like many university towns, Braga has a creative energy that that brings together all sorts of people, transcending age, class and lifestyle. Rather than being stuck in the past, it continues to adapt and thrive, looking to the future with a new-found sense of optimism.

Spirito, Braga, PortugalSpirito, Braga

Source: theguardian

É bom viver em Portugal

Localização

Portugal é o país mais ocidental da Europa, sendo o Cabo da Roca o seu ponto mais a ocidente da Europa. Faz fronteira com a Espanha a Norte e a Este e está limitado a Ocidente e a Sul pelo Oceano Atlântico. Lisboa é a capital e a maior cidade portuguesa.

As fronteiras de Portugal são definidas por montanhas e rios e a linha de Costa define-se num diálogo permanente entre a terra e o mar. Devido à sua posição geográfica privilegiada na Costa Oeste da Europa, Portugal é um país virado para o Oceano Atlântico, o que influenciou o rumo da sua história e cultura.

Segurança

Portugal é um país seguro onde a simpatia, a disponibilidade e a cortesia dos seus habitantes se destacam. Com 10,756,666 de habitantes, os índices de segurança e criminalidade são favoráveis em comparação com a realidade de outros países. De acordo com o Global Peace Index (GPI), em 2011, Portugal posiciona-se como o 17º país mais pacífico do mundo, com níveis baixos nas taxas de violência à mão armada e homicídios.

Clima 

Portugal é um dos países europeus mais amenos, devido à influência do oceano. A temperatura média anual em Portugal continental varia entre os 13° C no interior Norte montanhoso e os 18° C no Sul, na bacia do Guadiana.

Sem grandes extremos de temperatura, os invernos não são muito frios e os verões são sempre moderadamente quentes. O clima em Portugal varia de região para região, influenciado pelo relevo, latitude e proximidade do mar, proporcionando Invernos suaves.

O Norte do país tem um clima atlântico, com a influência da corrente do Golfo. A região central tem Verões secos e amenos e invernos curtos e suaves. Regista-se alguma queda de neve, que é mais frequente na Serra da Estrela, onde se situa o ponto mais alto de Portugal continental (1.991 m) e se podem encontrar condições para a prática de ski.

Património

Portugal é um país com mais de 800 anos de história. Pode recuar 20 mil anos no tempo e visitar as gravuras rupestres do Vale do Côa, classificadas como Património da Humanidade, uma galeria de arte com 25.000 anos.

De Norte a Sul, os vestígios romanos são presença marcante. Entre pontes, estradas, vilas, templos e termas, não deixe de visitar a ponte de Trajano em Chaves, as ruínas de Conímbriga ou o Templo Romano de Évora. Ainda a Sul, onde a cultura árabe mais se enraizou, vale a pena descobrir o castelo de Silves ou a mesquita de Mértola.

A monumental herança dos Descobrimentos é evidente no Mosteiro dos Jerónimos, Mosteiro da Batalha, Mosteiro de Alcobaça ou no Convento de Cristo em Tomar, todas classificados como Património Mundial pela UNESCO.

Passear pelos centros históricos de Guimarães, Porto, Évora ou Angra do Heroísmo, símbolos do charme das cidades portuguesas são paragens obrigatórias para conhecer uma história sem paralelo.

O Fado, um estilo musical criado pelos portugueses, foi classificado em 2011 como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Portugal é também o berço e pátria de muitas celebridades conhecidas em todo o mundo, como Cristiano Ronaldo e José Mourinho no futebol, no fado Mariza, ou os campeões olímpicos Nelson Évora e Vanessa Fernandes, entre outros.

Descubra o melhor de Portugal nos seus mais notáveis monumentos, no charme das cidades e nas paisagens sublimes como a floresta milenar da Ilha da Madeira, a verdura luxuriante, palacetes e jardins românticos de Sintra e os majestosos vales do Douro, Património Mundial, de onde provem a grande obra-prima portuguesa, o Vinho do Porto.

‘Fiscalidade

Portugal é, também, um dos melhores países para comprar casa porque tem regras fiscais claras e transparentes e proporciona facilidades na obtenção de autorização de residência, na sequência de novas disposições legais mais atraentes para investidores estrangeiros. Disponibiliza, ainda, um regime especial para residentes não habituais, visando atrair investidores estrangeiros através de taxas tributárias sobre o rendimento muito favoráveis.

Aqui, vai sentir-se em casa!

Estamos ao seu dispor para ajudar a encontrar uma solução para viver em Portugal!

As novas soluções para comprar casa !

As novas soluções para comprar casa !

20140522-011034-4234545.jpg
Os bancos voltam a apostar na habitação. Novas soluções estão a ser lançadas que permitem aos clientes comprar, trocar de casa ou remodelar a sua casa actual, acedendo a melhores condições de financiamento.

A solução destina-se aos clientes que já tenham Crédito à Habitação no Banco e que pretendem mudar de casa, beneficiando de uma redução no spread do empréstimo para comprar a sua nova casa, usufruindo assim de um spread inferior ao praticado num empréstimo normal. O acesso a esta solução implica a liquidação do crédito actualmente em curso.

Para além destas soluções, alguns bancos melhoram as condições de Crédito à Habitação, com spreads a partir dos 2,99%, prazos até 50 anos e produtos de taxa fixa, variável e com opção de valor residual.

Para mais informações contacte-nos!

 

Solução financeira para a compra da sua casa!

20140522-005856-3536781.jpgO Grupo Business tem um departamento Financeiro, cuja filosofia se baseia na qualificação personalizada de cada cliente. Venha falar com o seu Consultor Financeiro, onde cada caso é analisado ao pormenor, com o máximo rigor e transparência. Procuramos-lhe as prestações mais reduzidas com prazos alargados e liquidez adicional.

Venha visitar-nos hoje mesmo, faça o seu Check-Up Financeiro Gratuito e descubra todas as vantagens de ter o seu próprio Consultor Financeiro ou deixe-nos o seu contacto.

20140522-010043-3643860.jpg

 

 

 

 

%d bloggers like this: